Quero sorrir e chorar ao teu lado, passar pelos momentos faceis e dificeis da tua vida, quero curtir tudo contigo. E ir sempre mais além. Vou sempre estar ao seu lado e quero ver um sorriso estampado em seu rosto. Sei que o sempre nao é infinito, mas vou contigo até quando ele acabar e chegar ao seu fim.
e se eu sinto ciúme quando alguém te abraça, porque por um segundo essa pessoa está segurando meu mundo inteiro!
eu teamo meu amor.
Blog do Xuxu
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Minha Perfeita ;*:
as vezes nós tentamos nos isolar do mundo e de todos , para termos um pouco de calma, um pouco de paz , um tempo para nós dois conversamos mais tranquilos, mas toda vez que nos isolamos eu percebo que nao muda muito nós estarmos numa ilha deserta ou em uma festa agitada , porque hoje eu percebo que a unica coisa que me traz a calma, que me traz a paz a tranquilidade , é você, seu sorriso , sua voz , seus carinhos são a unica coisa que realmente me tranquilizam, entao eu digo e nao tenho vergonha de falar, que sem você eu nao sou nada, sem voce eu morreria porque ja viu alguem sobreviver sem seu mundo ? entao eu tb nao sobreviveria sem voce. diante de lagrimas ,da minha boca nao soam muitas palavras além do mas puro e verdadeiro EU TEAMO !

Começo , meio , sem fim !
Foi com você que eu descobri o que realmente é o amor, hoje vejo que sem você , sem teu carinho , sem tua presença , sem teu amor, eu nao seria nada , é seu sorriso que me traz a paz a calma , a felicidade e vontade de viver apenas para um propósito, que é te amar , e te fazer feliz. te amo talvez eu não possa ser tão bom com palavras , mais sei realmente o que eu sinto e sinto que esse sentimento nao é em vão não é apenas uma ilusão, sinto que esse sentimento é verdadeiro, sinto por você o que nunca senti por alguem, antes me falavam sobre como o amor era bom mas eu nao dava muita bola , hoje eu vejo como as pessoas estavam certas, e como é bom amar você. Te amo e quero que saiba que sempre estarei aqui , tanto nos momentos bons e nos difíceis para segurar sua mão , olhar nos seus olhos e falar que tudo vai passar e eu estarei ali para te acalmar e proteger de tudo. amovc ;@:

terça-feira, 29 de março de 2011
biografia lygia bojunga
| bojunga, Lygia (1932) |
Biografia
Lygia Bojunga Nunes (Pelotas RS 1932). Autora de literatura infantil e juvenil. Aos 8 anos muda-se com a família para o Rio de Janeiro. Em 1951, torna-se atriz da Companhia de Teatro Os Artistas Unidos, viajando pelo interior do Brasil. Preocupada com o alto índice de analfabetismo no país, funda uma escola para crianças carentes, a Toca, que dirige por cinco anos. Estréia em 1972, com o livro Os Colegas e, já em 1982, torna-se a primeira autora, fora do eixo Estados Unidos-Europa, a receber o Prêmio Hans Christian Andersen, uma das mais relevantes premiações concedida para o gênero infantil e juvenil. Funda, em 2002, a Casa Lygia Bojunga, exclusivamente para editar suas publicações. Pelo conjunto de sua obra, em 2004, ganha o Astrid Lindgren Memorial Award, prêmio criado pelo governo da Suécia, jamais antes outorgado a um autor de literatura infantil e juvenil. Sua produção literária caracteriza-se pela transgressão de fronteiras entre a fantasia e a realidade, e aborda questões sociais contemporâneas com lirismo e humor.
Obras
- Os Colegas - 1972
- Angélica - 1975
- A Bolsa Amarela - 1976
- A Casa da Madrinha - 1978
- Corda Bamba - 1979
- O Sofá Estampado - 1980
- Tchau - 1984
- O Meu Amigo Pintor - 1987
- Nós Três - 1987
- Livro, um Encontro - 1988
- Fazendo Ana Paz - 1991
- Paisagem - 1992
- Seis Vezes Lucas - 1995
- O Abraço - 1995
- Feito à Mão - 1996
- A Cama - 1999
- O Rio e Eu - 1999
- Retratos de Carolina - 2002
- A Bolsa Amarela - 2005
- Aula de Inglês - 2006
- Sapato de Salto - 2006
- Dos Vinte 1
tchau - lygia bojunga
Uma mulher ( a mãe) decide separar-se do marido e dos filhos para ir embora do país com o homem por quem havia se apaixonado. A filha mais velha, Rebeca, tenta fazê-la desistir.
Nesse conto, a criança é a protagonista da história. É através da visão de Rebeca, a filha, que o leitor toma conhecimento do sofrimento do casal cuja relação foi se desgastando com o tempo. Ela é testemunha da fraqueza da mãe diante dessa nova forma de amor que a domina por completo e da fraqueza do pai que busca o esquecimento do problema na bebida.
Não há no conto, uma prepotência do adulto sobre a criança. Ao contrário, eles parecem buscar na filha o apoio de que precisam. E, embora um tanto triste, a história traz um certo humor no final do conto quando a mãe está indo embora e Rebeca puxa a mala impedindo-a de sair:
Rebeca aproveitou para se agarrar na mala de um jeito que pra mãe levantar a mala ia ter que levantar a Rebeca também
E outra vez a buzina tocou.
A mãe abriu o olho ( parecia que a tonteira tinha passado), disse:
Tchau. - E saiu correndo.
Nesse conto, a criança é a protagonista da história. É através da visão de Rebeca, a filha, que o leitor toma conhecimento do sofrimento do casal cuja relação foi se desgastando com o tempo. Ela é testemunha da fraqueza da mãe diante dessa nova forma de amor que a domina por completo e da fraqueza do pai que busca o esquecimento do problema na bebida.
Não há no conto, uma prepotência do adulto sobre a criança. Ao contrário, eles parecem buscar na filha o apoio de que precisam. E, embora um tanto triste, a história traz um certo humor no final do conto quando a mãe está indo embora e Rebeca puxa a mala impedindo-a de sair:
Rebeca aproveitou para se agarrar na mala de um jeito que pra mãe levantar a mala ia ter que levantar a Rebeca também
E outra vez a buzina tocou.
A mãe abriu o olho ( parecia que a tonteira tinha passado), disse:
Tchau. - E saiu correndo.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
A menina do leite
A menina não cabia em si de felicidade. Pela primeira vez iria à cidade vender o leite de sua vaquinha. Trajando o seu melhor vestido, ela partiu pela estrada com a lata de leite na cabeça.
Enquanto caminhava, o leite chacoalhava dentro da lata.
E os pensamentos faziam o mesmo dentro da sua cabeça.
"Vou vender o leite e comprar uma dúzia de ovos."
"Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos."
"Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas."
"Vendo os galos e crio as frangas, que são ótimas botadeiras de ovos."
"Choco os ovos e terei mais galos e galinhas."
"Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas."
"Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ..."
A menina estava tão distraída que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo.
Lá se foi o leite branquinho pelo chão.
E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares.
Enquanto caminhava, o leite chacoalhava dentro da lata.
E os pensamentos faziam o mesmo dentro da sua cabeça.
"Vou vender o leite e comprar uma dúzia de ovos."
"Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos."
"Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas."
"Vendo os galos e crio as frangas, que são ótimas botadeiras de ovos."
"Choco os ovos e terei mais galos e galinhas."
"Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas."
"Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ..."
A menina estava tão distraída que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo.
Lá se foi o leite branquinho pelo chão.
E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares.
A menina que roubava livros'
entre 1939 e 1943, liesel meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.
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